História falsa: "O Mágico de Oz" serviu para familiarizar o público com a Tartária e a Nova Ordem Mundial.
Cheguei à conclusão de que "O Mágico de Oz" serviu para familiarizar o público com a Tartária e a Nova Ordem Mundial — através de uma das histórias mais famosas da história moderna. Por Guy Anderson
A Cidade Esmeralda representa o mundo antigo da Tartária, enquanto o feiticeiro por trás da cortina personifica o poder oculto que assume o controle através do engano, da ilusão, do medo e da autoridade criada artificialmente.
Na minha opinião, ambas as ideias foram diretamente integradas à cultura popular e disfarçadas de fantasia para que o público absorvesse a mensagem sem perceber o que realmente estava sendo mostrado. L. Frank Baum chegou a afirmar que baseou a Cidade Esmeralda diretamente na Exposição Mundial Colombiana de 1893, em Chicago.
Ali, o público se deparou com vastas cidades brancas repletas de cúpulas gigantescas, palácios enormes, canais, arcos, torres, estátuas e arquitetura — completamente dissociadas do mundo industrial que as cercava na mesma época. Mesmo hoje, fotografias desse evento parecem deslocadas, já que os edifícios aparentam ser antigos, avançados e não integrados ao contexto histórico oficial.
Baum pegou esse mundo e o transformou em Oz, para que milhões de pessoas vissem a Tartária retratada abertamente sem nunca ouvirem o nome diretamente associado a ela.
As exposições universais eram apresentadas como mostras temporárias, supostamente erguidas rapidamente e posteriormente demolidas sem qualquer explicação plausível.
Esses não eram prédios comuns de feiras que serviam apenas para entretenimento, mas cidades inteiras com estruturas monumentais cuja reprodução convincente seria difícil para a sociedade moderna até hoje. A Cidade Esmeralda tornou-se a versão ficcional do mundo de Tártaro, que já havia sido exibido publicamente em exposições universais antes de finalmente se tornar um produto de entretenimento e fantasia.
A origem familiar de Baum torna impossível descartar o simbolismo em "O Mágico de Oz" como mera coincidência, uma vez que se considerem suas ligações com o petróleo, o dinheiro e a influência da elite dentro do contexto histórico da história.
Sua família frequentava os mesmos círculos influentes que moldaram o sistema bancário, a infraestrutura, a expansão industrial, a influência política e os alicerces do sistema moderno daquela época. Além disso, foram precisamente essas redes que atuaram durante o declínio do Velho Mundo e a ascensão da sociedade administrada que o substituiu.
Então chega a cena mais importante de toda a história: a ilusão que envolvia o mágico finalmente se desfaz assim que a cortina se fecha. O poderoso governante da Cidade Esmeralda se revela um homem comum escondido atrás de máquinas, projeções, ruídos, enganos e medo artificialmente gerado, enquanto todos os outros, cegamente, confundem a encenação com a realidade. Só essa cena explica o poder oculto com mais clareza do que quase qualquer outra coisa que tenha entrado na cultura popular desde então!
A Nova Ordem Mundial opera segundo a mesma estrutura de O Mágico de Oz: o público vê apenas a encenação, enquanto o verdadeiro poder permanece oculto por trás da cortina. Políticos, corporações, governos, profissionais da mídia, instituições financeiras e organizações globais aparecem diante do público, enquanto forças invisíveis conduzem secretamente os acontecimentos mundiais.
Mesmo mais de um século depois, as pessoas ainda falam do "homem por trás da cortina", porque o simbolismo dessa cena ainda reflete a nossa realidade.
Esta é a revelação do método em uma de suas formas mais claras e reconhecíveis na cultura pop e no entretenimento modernos. A Tartária foi exposta através da Cidade Esmeralda, revelando a estrutura do controle oculto do Mago e a ilusão de sua autoridade.
Uma das histórias mais famosas de todos os tempos revelou tanto o mundo antigo quanto o sistema que o substituiu, enquanto gerações assistiam sem entender o que estivera bem diante de nossos olhos desde o princípio…
