O Documentário Q

 



O Documentário Q


Um grupo clandestino de oficiais militares (White Hats) vem trabalhando há mais de 60 anos para desmantelar um Estado Profundo ou Cabala global, tendo Donald Trump como seu líder escolhido. O conflito em curso é caracterizado como uma guerra de informação que levará a um Grande Despertar.



Principais argumentos e ideias apresentados:


  Origem do movimento “White Hat”:

  O movimento começou logo após o assassinato de JFK em 1963, quando oficiais militares

determinaram que, se um presidente poderia ser assassinado, o país estava em perigo.

  Eles lentamente formaram uma equipe de oficiais superiores dedicados a salvar os Estados Unidos.

  Um golpe militar foi considerado, mas rejeitado porque criaria uma ferida incurável e daria oportunidades para os “Black Hats” (Estado Profundo) ganharem mais poder, já que o público não estava disposto a acreditar na verdade.

  A estratégia escolhida foi penetrar em várias instituições (universidades, escolas, mídia, sindicatos, empresas, política, judiciário, polícia, forças armadas) e trabalhar secretamente para minar o Estado Profundo.


Identidade e missão de Q:


  “Q” é identificado como um grupo de 200 a 300 oficiais de alta patente, predominantemente da Marinha e da Marinha, que operam legalmente sob a “Lei da Guerra”.

  Seu objetivo final é “libertar a humanidade da opressão” e desmantelar a estrutura de poder da elite globalista.


O papel de Donald Trump:


  Trump foi recrutado por esses generais e almirantes para concorrer à presidência, com a condição de que ele

  Ele é retratado como um “presidente em tempo de guerra” liderando uma “guerra santa” contra o Estado Profundo, usando táticas de “guerra irregular”.

  Suas ações, como declarar emergências nacionais e transferir todas as comunicações militares para a Força Espacial (focada em guerra cibernética), são apresentadas como movimentos estratégicos nessa guerra de informação.

  A presidência de Trump e o período entre 2020 e 2024 são referidos como “a pausa”, uma estratégia deliberada para permitir que o Estado Profundo se exponha e para que o público “veja o quanto eles fizeram de ruim”, facilitando ações futuras.


O “Estado Profundo” e a Cabala Global:


  O Estado Profundo é descrito como uma “conspiração monolítica e implacável” que controlou “todos os aspectos da vida na Terra”.

  Essa cabala é supostamente controlada por 12 famílias poderosas, banqueiros, o Vaticano, a cidade de Londres (a Coroa) e a falida Corporação dos Estados Unidos (fundada em 1871).

  A viagem de Trump em 2017 à Arábia Saudita, Israel e ao Vaticano é apresentada como uma jogada estratégica para abordar o tráfico de crianças, iniciar os Acordos de Abraão e informar as potências globais sobre sua intenção de levar a Corporação dos EUA à falência, devolvendo os EUA à república.


Evidências e “migalhas de pão” para os “Anons”:


  O documentário destaca vários casos de supostas conexões entre as postagens de Q e as ações, discursos e aparições públicas de Trump.


Entre elas estão:

  Trump usando frases como “tip top” e “Obamagate” após usuários do QAnon terem solicitado.

  Um indicativo de chamada do Air Force One aparecendo como “Q0” (interpretado como “Q mais Trump”).

  Trump apontando para um bebê com um “Q” nas costas durante um discurso.

  Publicações de Q aparentemente prevendo resultados das eleições para o Senado ou fazendo referência a sobre ocupação beligerante).

  A NSA postando uma foto de Q, sugerindo o envolvimento da agência.

  Essas “coisas sem sentido” e “migalhas” foram intencionalmente vazadas pelosWhite Hats para manter algumas pessoas cientes, ao mesmo tempo em que faziam o movimento parecer ridículo para os adversários, protegendo assim a “segurança operacional”.


O caminho a seguir:


  O objetivo é “destruir totalmente o resto do estado profundo”, com planos para “desmembrar” o estado administrativo e processar os envolvidos em atividades ilícitas, incluindo tráfico de pessoas.

  Tribunais militares e o uso da Baía de Guantánamo são previstos para aquelesque não se apresentarem como denunciantes dentro de um prazo específico.

  O público é instado a “ligar os pontos”, rejeitar as narrativas da grande mídia e participar ativamente como “soldados digitais” nesta guerra de informação.

  A frase recorrente “Nada pode impedir o que está por vir” reflete a crença na vitória inevitável dos “Chapéus Brancos” e no “Grande Despertar”da América