Quão extraordinário é o novo Conselho da Paz?
Rob Cunningham | KUWL.show
@KuwlShow
Então... quão extraordinário é o novo Conselho de Paz?
Medido honestamente?
1) Mais raro que o Plano Marshall;
2) Mais disruptivo que a criação da OTAN;
3) Mais próximo em espírito da Fundação do que qualquer outra coisa desde então.
Não se trata apenas de uma proposta política.
É uma rebelião jurisdicional contra um sistema que se considerava permanente.
Ou, em uma frase concisa:
Não se trata de os Estados Unidos inventarem um novo mecanismo de paz.
Trata-se de os Estados Unidos se lembrarem de quem tinha a autoridade para fazer a paz em primeiro lugar.
Por que isso é tão perturbador (e ameaça os oligarcas?)
Porque reafirma discretamente três princípios bíblicos que o sistema global não pode sobreviver:
A autoridade deve prestar contas.
"A quem muito foi dado, muito será exigido."
Lucas 12:48
A paz exige verdade, não encenação.
“Bem-aventurados os pacificadores…”
(… não os organizadores do teatro da paz)
Mateus 5:9
O consentimento precede a legitimidade.
“Seja o vosso ‘sim’ sim, e o vosso ‘não’, não.”
Mateus 5:37
Instituições globais prosperam na
ambiguidade,
na difusão da responsabilidade e
na sinalização moral sem consequências.
Um quadro de paz soberano e baseado no consentimento destrói completamente essa ilusão.
