Formas artificiais e vivas
Formas artificiais e vivas
O trabalho interior é importante!
O que se vê é apenas uma consequência e um resultado.
Focar apenas no exterior pode ser, e muitas vezes é, enganoso.
Pode ser uma forma criada artificialmente, inanimada, apenas "aparente", mas morta...
Observe o que está nas profundezas, oculto sob a superfície.
A forma inanimada é criada artificialmente, é artificial, morta, sem sentimentos, um recipiente sem vontade própria, reagindo a estímulos, sem paixão nem vontade própria.
Toda forma está viva se for iluminada pelo espírito, pela emoção...
Tenha cuidado para não adotar ou viver de forma artificial:
Uma forma artificial de amor,
Uma forma artificial de liberdade,
Uma forma artificial de fé,
Uma forma artificial de paz,
Forma de vida artificial,
E a isso se acrescentam as formas inanimadas da vida:
Uma forma artificial de parceria,
A forma artificial de uma mulher,
A forma artificial do homem,
Só ao expressarmos todas as formas de sentimento que existem dentro de nós é que tornamos a vida real e vibrante.
Se você não sente nada, é como se não tivesse acontecido.
Se você não vivencia isso, é como se nunca tivesse acontecido.
São os sentimentos e as experiências que dão altura, peso e valor a tudo.
Com base em experiências dolorosas e no passado, nos acostumamos a anestesiar nossos sentimentos...
E assim nos tornamos emocionalmente fechados (não permitimos que nem a dor nem a alegria nos moldem), ficamos insensíveis, resistentes, até caminharmos para a insensibilidade emocional (nada mais pode nos abalar) (não permitiremos, não permitiremos, não permitiremos, não permitiremos).
Então, chegou a hora de dar a volta por cima e girar a situação.
Chegou a hora de "ressurgir das cinzas" e viver interiormente!
O que Jesus disse?
Seja Amor, venha e siga-me na vivência e na experiência.
Permita-se ser curioso(a),
Sinta-se à vontade para pesquisar e explorar.
Permita-se experimentar a verdadeira liberdade, a liberdade de fazer o que quiser... simplesmente quero.
Permita-se regozijar-se ao vivenciar essa experiência.
Permita-se aventurar no desconhecido, mas não no desconhecido absoluto, pois a base sólida é o seu conhecimento e experiência, além de Deus, que jamais o abandonará.
Permita-se acreditar que, sem uma fé verdadeira e viva (em Deus, mas também em si mesmo), você estará para sempre sujeito ao medo.
A liberdade que nasce do medo é escravidão.
Existe uma diferença entre as palavras:
EU PRECISO…
EU QUERO ….
Desejo que vivamos apenas as formas vivas de tudo, que criemos formas vivas de maneira vívida, que vivamos a própria vida de forma vívida e que ela seja vívida...
Com amor, Tatiana
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