E se a cruz não fosse um símbolo religioso, mas uma lição visual?
E se pensássemos na cruz não como um símbolo religioso, mas como uma lição visual sobre reconciliação?
Deus é justificado pelo centro porque eu o vejo como a Fonte e a Origem da Vida, o Ponto de Referência Universal, o Princípio Criador e o Legislador de todas as Leis.
O eixo vertical representa a História do Mestre: O → DEUS → VENCE. Deus entra em Sua Criação. O Verbo se faz carne. Cristo vive Seu Projeto perfeitamente, serve em vez de dominar, ama em vez de coagir, se sacrifica voluntariamente, vence a morte e, por fim, assenta-se em vitória – com o Deus da Vida.
O eixo horizontal conta a nossa história de resposta: ORDENAR → DEUS → KUWL. A humanidade se depara com um universo avassalador de informações, reivindicações, desejos, medos, instituições e escolhas. Temos a responsabilidade de ORDENAR as coisas corretamente. Podemos exercer nosso livre-arbítrio para começar com Deus no Centro – o ponto de referência contra o qual tudo é testado – ou terceirizar nossa responsabilidade individual para outros. Ou podemos aceitar Seu convite para buscar humildemente Conhecimento → Entendimento → Sabedoria → Vida segundo o Plano de Deus.
E isso cria uma convergência extraordinária, uma intersecção – com Deus no centro de tudo:
O Criador encontra a criação.
O Céu encontra a Terra.
O Perfeito encontra o Imperfeito.
A Verdade encontra a Escolha.
Deus encontra a humanidade.
Não por meio da dominação, mas livremente por meio da reconciliação.
Esta cruz reflete meu entendimento da forma mais simples possível.
E abaixo da cruz, 5 frases curtas que melhor explicam o pictograma KUWL:
Analise tudo à luz de Deus.
Busque conhecimento.
Desenvolva entendimento.
Adquira sabedoria.
Viva o Seu propósito.
Deus está sempre no centro da Criação, Cristo oferece a reconciliação perfeita e a humanidade é livre para escolher ou rejeitar o Caminho.
Sem pedágios, rituais, política, força, pensamento de grupo, intermediação ou filiação, jamais.
