🛑 Gesara ☆ China cancela a dívida da África ☆ Para alívio da dívida de outros 22 países


 ðŸ›‘ Gesara ☆ China cancela a dívida da África ☆ Para alívio da dívida de outros 22 países






Pesquisadores documentam 16 casos de reestruturação de dívidas no valor de US$ 7,5 bilhões em 10 países africanos entre 2000 e 2019, com a China cancelando atrasados ​​acumulados em pelo menos 94 empréstimos sem juros, e descobriram que totalizavam mais de US$ 3,4 bilhões.


Eles também observaram que os credores chineses não entraram com ações judiciais em casos de inadimplência ou confisco de ativos. ðŸ¥‡Países africanos

podem obter alívio da dívida da China mais rápido que o Ocidente🌈🌈

http://www.xinhuanet.com/english/africa/2021-03/01/c_139775995.htm



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China gastou US$ 240 bilhões para resgatar países 'One Belt, One Road' - estudo






JOHANESBURGO (Reuters) - A China gastou 240 bilhões de dólares para resgatar 22 países em desenvolvimento entre 2008 e 2021, mas precisa pagar empréstimos gastos na construção da infraestrutura do Cinturão e Rota. lançado terça-feira. Indicado.


Pesquisadores do Banco Mundial, da Harvard Kennedy School, da AidData e do Kiel Institute for the World Economy relatam que, entre 2016 e 2021, quase 80% dos empréstimos serão destinados a países de renda média, principalmente Argentina, Mongólia e Paquistão. % tem foi feito. .


"Pequim está tentando salvar seus próprios bancos, e é por isso que embarcou no arriscado empreendimento de empréstimos de resgate internacional", disse Carmen Reinhardt, ex-economista-chefe do Banco Mundial e um dos autores do estudo.


Os empréstimos da China a países endividados aumentaram de menos de 5% de sua carteira de empréstimos estrangeiros em 2010 para 60% em 2022, segundo um estudo.


A Argentina liderou com US$ 111,8 bilhões, seguida do Paquistão com US$ 48,5 bilhões e do Egito com US$ 15,6 bilhões. Nove países receberam menos de US$ 1 bilhão em financiamento.


As linhas de swap do Banco Popular da China (PBOC) representaram US$ 170 bilhões em financiamento, incluindo Suriname, Sri Lanka e Egito.

Os empréstimos-ponte e o apoio ao balanço de pagamentos dos bancos e empresas estatais da China totalizaram US$ 70 bilhões. As rolagens para ambos os tipos de empréstimos foram de US$ 140 bilhões.

A investigação criticou o possível uso de linhas de swap do PBOC por alguns bancos centrais para aumentar artificialmente as reservas cambiais.

Os empréstimos de resgate da China são "opacos e descoordenados", disse Brad Parkes, um dos autores do relatório e diretor do AidData, um instituto da Universidade de William e Mary, nos Estados Unidos.


O governo chinês reagiu às críticas, dizendo que os investimentos da China no exterior são baseados em "princípios de abertura e transparência".


"A China agiu de acordo com as leis do mercado e as regras internacionais, respeitou a vontade dos países envolvidos, nunca forçou nenhuma parte a pedir dinheiro emprestado, nunca forçou nenhum país a pagar e nunca se comprometeu com um contrato de empréstimo. ganho", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mao Ning, em entrevista coletiva na terça-feira.


Os empréstimos de resgate estão concentrados principalmente em países de renda média, que respondem por quatro quintos dos empréstimos, pois correm o risco de representar riscos para os balanços bancários da China, enquanto os países de baixa renda têm períodos de carência e vencimentos estendidos.


A China está em negociações de reestruturação da dívida com países como Zâmbia, Gana e Sri Lanka, e tem sido criticada por retardar o processo. Em resposta, pediu ao Banco Mundial e ao Fundo Monetário Internacional que também forneçam alívio da dívida.


https://www.reuters.com/markets/china-spent-240-bln-bailing-out-belt-road-countries-study-2023-03-27/



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