Operação Disco Voador: A Caça aos OVNIs no Brasil – Lesões Físicas Causadas pela Radiação
Operação Disco Voador: A Caça aos OVNIs no Brasil – Lesões Físicas Causadas pela Radiação
As Forças Armadas brasileiras conduziram uma investigação oficial de quatro meses sobre ataques de OVNIs contra civis. Mais de 2.000 pessoas foram afetadas. Isso não é lenda, mas sim fato documentado.
**Operação Prato – 1977 – Colares, Brasil**
Este é um dos casos de OVNIs mais perturbadores e bem documentados da história. Foi investigado não por entusiastas, mas pela Força Aérea Brasileira.
**O que aconteceu em 1977:**
Na região amazônica próxima a Colares, moradores relataram ter visto objetos estranhos à noite:
– Pequenas sondas metálicas
– Objetos voadores maiores, em formato de disco
– Feixes de luz direcionados a pessoas
– Lesões físicas causadas por esses raios
**As lesões** :
As vítimas procuraram tratamento em clínicas locais com:
– Cicatrizes de queimadura na pele (padrões precisos e incomuns)
– Duas pequenas perfurações (semelhantes a locais de injeção)
– Anemia e fraqueza
– Dormência nas áreas afetadas
– Dor de cabeça e náusea
Alguns necessitaram de tratamento hospitalar.
Apelido local: **“Chupa-chupa”** (Sugador-Sugador) – porque as vítimas sentiam como se algo estivesse sugando seu sangue ou energia.
**Pelo menos duas mortes** foram atribuídas ao fenômeno por moradores locais (oficialmente negado).
**Resposta militar**:
A situação escalou a tal ponto que a **Força Aérea Brasileira** iniciou uma investigação oficial:
**Operação Prato** – Liderança: Capitão Uyrangê Hollanda
– Duração: setembro a dezembro de 1977 (4 meses)
– Pessoal: Equipe militar com fotógrafos, médicos e investigadores
– Equipamentos: Câmeras, dispositivos de visão noturna, instrumentos para exame médico
**Documentação** :
A equipe militar coletou:
– **Mais de 500 fotos** de objetos no céu
– **16 horas de filmagem**
– **exames médicos** de civis afetados
– **Depoimentos de testemunhas** (mais de 300 entrevistas)
– **Amostras de solo e vegetação** dos locais de impacto do foguete
**Considerações do Capitão Hollanda**:
Os objetos eram reais. A equipe os observou e fotografou diversas vezes.
– Sondas pequenas (de 30 cm a 1 m de tamanho) com capacidade de emitir feixes de luz
– Objetos maiores (em forma de disco e cilindro)
Comportamento inteligente: Os objetos evitaram o pessoal militar ao se aproximarem.
– Feixes de luz que pareciam estar direcionados especificamente para certas pessoas.
**Relatório Oficial** (Publicado em 2004):
Parte dos arquivos da Operação Prato foi divulgada. Eles confirmam:
Militares observaram objetos não identificados.
Civis ficaram feridos por feixes de luz desconhecidos.
Fotos mostram fenômenos celestes inexplicáveis.
Nenhuma explicação convencional foi encontrada.
**Os Seres**:
Algumas testemunhas (em menor número, mas documentadas) relataram ter visto pequenos seres dentro ou perto dos objetos:
– 90–120 cm de altura
– Cabeças grandes
– Parecia que estavam “reunindo” algumas das vítimas.
**Declaração posterior do Capitão Hollanda** (1997):
Vinte anos depois, Hollanda concedeu uma entrevista detalhada a pesquisadores de OVNIs:
“Nós vimos os objetos. Nós os fotografamos. Não eram aviões, helicópteros ou balões meteorológicos. Eles demonstraram controle inteligente.”
*“Os civis estavam profundamente assustados. Os ferimentos eram reais. Documentamos tudo.”*
**Três meses após esta entrevista, o Capitão Hollanda foi encontrado morto** – oficialmente considerado suicídio por enforcamento. Sua família negou essa versão. As circunstâncias permanecem controversas.
**As evidências médicas** :
O Dr. Wellaide Cecim Carvalho (médico local) tratou dezenas de vítimas em 1977:
*“As marcas de queimadura eram diferentes de qualquer coisa causada por meios convencionais. Os ferimentos perfurantes pareciam ter sido causados por algum tipo de energia direcionada ou dispositivo de extração.”*
Os registros médicos documentaram:
– Padrões de queimaduras incompatíveis com fogo ou eletricidade
– Ferimentos perfurantes precisos e pareados
– As vítimas relataram paralisia durante os incidentes
– Em alguns casos, os sintomas se assemelhavam à exposição à radiação.
**A extensão**:
– **Mais de 2.000 civis** relataram encontros ou avistamentos.
– **Mais de 400 casos de lesões documentados**
– **Mais de 300 depoimentos oficiais de testemunhas**, coletados pelos militares.
– **Mais de 80 pessoas** foram internadas no hospital com queimaduras/ferimentos.
– **4 meses** de atividades noturnas
**Por que este caso é importante : **
Isso não foi investigado por entusiastas de OVNIs. Envolvia:
Uma operação militar oficial;
meses de documentação profissional
; registros médicos de hospitais reais;
fotos e filmagens;
confirmação oficial do governo (décadas depois).
**Liberação dos arquivos**:
Em 2004, o governo brasileiro divulgou partes dos arquivos em resposta a pedidos de acesso à informação.
O resultado? Os objetos existiam. Origem: Desconhecida.
**Os objetos descritos**:
Testemunhas e militares relataram o seguinte:
– **Sondas pequenas**: Metálicas, cilíndricas ou esféricas, com 30 a 90 cm de diâmetro, que emitem feixes de luz.
– **Objetos voadores maiores**: Formato clássico de disco, com 4,5 a 9 m de diâmetro.
– **Raios de luz**: A luz azul-esbranquiçada ou vermelha causava efeitos físicos nas pessoas.
– **Comportamento**: Parecem “examinar” ou “analisar” indivíduos.
**A pergunta**:
Quando a força aérea de um país passa quatro meses investigando, documentando ferimentos em milhares de civis e fotografando objetos desconhecidos…
Como se chama isso?
Histeria coletiva? Por mais de quatro meses? Com ferimentos físicos? Documentada por médicos militares?
**As provas ainda existem**:
– Documentos divulgados da Operação Prato
– Registros médicos de 1977
– Depoimentos de testemunhas (muitas ainda vivas)
– Fotos (algumas publicadas, muitas ainda secretas)
**O Brasil levou o assunto a sério em 1977.**
**Eles ainda os levam a sério.**
O que os EUA estão replicando secretamente em seus hangares pode ser lido no livro " A Fraude das Viagens Espaciais ".

