Encarnação: Talvez você não morra. Talvez apenas o seu papel morra!

 

E se uma pessoa não for um corpo, uma mente ou uma personalidade?

E se nossas vidas fossem meramente uma exploração da consciência, acumulando experiências no denso mundo da matéria – alegria, dor, amor, perda, medo, coragem, êxtase e queda?

Segundo a carnalogia, não somos o que acreditamos ser no dia a dia. Nosso nome, nosso corpo, nosso ser, nossas memórias e nossa história são meramente instrumentos temporários da encarnação.

O verdadeiro eu é superior. Não como uma frase de um texto esotérico, mas como um modelo técnico do homem: mente, alma e encarnação.


O corpo vive porque é vivificado por uma energia que vem de cima. O sono não é apenas repouso, mas uma troca noturna de informações.

Os sonhos não são um caos aleatório, mas um campo de testes para cenários alternativos. As emoções não são uma fraqueza, mas uma "colheita" energética pela qual viemos ao mundo material.
E a morte?

Talvez não seja o fim. Talvez uma lâmpada esteja simplesmente se apagando para que a consciência possa retornar à fonte que a acendeu.

O maior choque vem quando entendemos que a mente não julga entre o bem e o mal como nós. Ela se interessa por experiência, intensidade, conhecimento e crescimento.


E é por isso que acontecem coisas em nossas vidas que o ego não entende, mas que uma parte mais profunda de nós pode já saber há muito tempo.