A dilatação do tempo é descrita em muitos textos antigos.
Em muitos textos antigos, viagens no tempo e dilatação do tempo são descritas.
O rei Kakudmi viajou até Brahma por algumas horas, mas na Terra, 108 yugas (centenas de milhões de anos) haviam se passado.
E este não é o único caso.
Você acha que os antigos sabiam de algo que nós ainda não entendemos?
A história mais famosa vem dos Puranas hindus (Mahabharata, Bhagavata Purana). O rei Raivata Kakudmi levou sua filha Revati e viajou para Brahmaloka para pedir a Brahma que escolhesse um noivo adequado para ela.
Enquanto aguardavam uma audiência com Brahma (literalmente apenas alguns minutos da perspectiva deles), 27 Chatur Yugas se passaram na Terra – mais de 100 milhões de anos. Todos os pretendentes já haviam morrido há muito tempo, e o mundo havia mudado completamente.
Brahma explicou calmamente: "O tempo flui de maneira diferente em diferentes planos de existência."
Histórias semelhantes aparecem em outras culturas:
Islamismo e Cristianismo – os “Adormecidos da Caverna” (Ashab al-Kahf) dormiram em uma caverna por 309 anos. Ao acordarem, encontraram o mundo transformado, e sua história havia se tornado uma lenda.
No folclore celta, as pessoas passavam apenas uma noite nas colinas das fadas – para retornar centenas de anos depois.
Essas não são coincidências aleatórias. Os antigos claramente refletiam sobre o tempo relativístico, dimensões superiores e diferentes "planos de existência" – muito antes da teoria da relatividade.
Ou talvez estivessem descrevendo jornadas reais para outras dimensões ou mundos onde o tempo flui de maneira diferente? Ou seriam simplesmente metáforas poderosas sobre a transitoriedade de todas as coisas?
