Parte 1 - A RESPONSABILIDADE ESPIRITUAL DO DINHEIRO.

 



Parte 1 - A RESPONSABILIDADE ESPIRITUAL DO DINHEIRO.


O espírito recebe, em consequência, aquilo que todo ato realizado em consciência lhe dá o direito de colher.


A consciência é particular a cada indivíduo da criação e nutre-se de atos de vontade oriundos do pensamento, da memória e da inteligência.

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Comecemos pela relação quântica entre o físico e o metafísico — ou seja, o material e o imaterial, o significante e o significado: o dinheiro é um significante (atualmente virtual) de capacidade de compra, carregado de significados no âmbito do sentir; isso ocorre porque a possibilidade de adquirir um bem ou serviço gera significados verificáveis ​​de satisfação, tranquilidade, alegria, serenidade, etc. — sentimentos que não são visíveis, mas que transcendem para uma existência no plano imaterial e não físico, sendo, portanto, metafísicos.


O próprio dinheiro já está se tornando metafísico, pois sua posse baseia-se apenas em um número existente em um sistema cuja origem operacional desconhecemos, assim como desconhecemos quem garante sua representação física. Mesmo quando o consideramos depositado em um banco, ele deixa de ser uma posse material e passa a ser uma mera certificação de algo que já não existe no plano físico; torna-se, assim, metafísico, inclusive quando ainda possui representação em papel-moeda.


A partir desse raciocínio, conectamo-nos ao conceito da necessária representação do dinheiro em ouro. Para o bem de toda a humanidade, surgem a computação quântica (QC) e o subsistema Sistema Financeiro Quântico (QFS), juntamente com a recuperação de ouro, metais, pedras preciosas e outras riquezas da mineração — incluindo combustíveis fósseis, bem como a biodiversidade e as terras raras. Esses elementos servirão de lastro para o dinheiro — a moeda que, para cada país, será objeto da Reavaliação (RV). Já temos à mão a ideia de que o dinheiro terá uma representação real de lastro físico, o que reflete uma condição significativa de posse física de algo que representa capacidade de compra, mas, na esfera quântica, continua sendo virtual... e o que o torna confiável, de modo a reforçar, no plano metafísico, a sensação de "confiança"?


Com uma definição simples e breve, para nos aproximarmos de sua compreensão: a física quântica nos diz que, devido à vibração atômica, tudo no universo é afetado simultaneamente, corroborando que tudo é energia — incluindo os elementos da Realidade Virtual, o banco, o operador bancário, o sistema computacional e cada um dos seres vivos existentes no universo.


E onde está o elo de ligação?

Ele está no DNA receptor/emissor que, como mecanismo instalado no plano físico, codifica as frequências de ressonância de cada átomo ao ser excitado por uma energia que o preserva ou o conecta por afinidade. Em outros estudos, isso era conhecido como egrégora ou *manitou*, mas, com a clareza proporcionada pela ciência, hoje podemos chamá-lo de energia quântica. Um exemplo simples: você consegue reconhecer o que é seu, mesmo que outra pessoa o esteja vestindo. Já vivenciou isso? Uma peça de roupa numa vitrine chama por você e diz: "Leve-me, pois quero ser sua". Já constatou isso?

Um cachorro abana o rabo para você enquanto outro late ferozmente; você simpatiza com alguém sem haver razões históricas para tal... existem milhares de exemplos, mas chegou a hora da conexão através da compreensão da energia quântica. O simples fato de tê-la agora como uma tecnologia ao alcance e a serviço de toda a humanidade nos coloca na perspectiva de que tudo pode ser decodificado de acordo com a frequência vibracional excitada em determinado momento; portanto, a consciência pessoal — aquilo que define o ser e o que ele possui — torna-se verificável, legível e quantificável, ficando assim exposta ao livre conhecimento do universo, de modo que nada permanecerá oculto.


Esse despertar desnuda a nossa consciência diante da computação quântica e diante de pessoas que conseguem aprimorar seus dons de percepção extrassensorial: o... metafísico.


Onde fica, então, o objeto desta abordagem conceitual da responsabilidade espiritual em relação ao dinheiro?

Se a consciência é o elo direto de cada ser com sua essência espiritual — a natureza imaterial do ser concreto e físico que, por não ser matéria, não tem fim e integra a energia criadora universal, aquela que conhecemos como o Pai Criador ou Deus —, então não há como ocultar condutas da dimensão quântica; condutas que, por meio do pensamento, da memória e da inteligência, acionam a vontade e desencadeiam mecanismos de causa e efeito, os quais sobrecarregam a consciência e comprometem o espírito.


É, portanto, o momento de avaliar as responsabilidades. Em que medida aquilo que nasce da vontade afeta o espírito? Bem, cada um sabe: todo ato realizado com consciência e pleno conhecimento gera responsabilidade para o seu próprio espírito.


SEGUE PARTE 2

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