Suméria Antiga: A mão de pedra que abre portais cósmicos
E se o braço de pedra não fosse ficção... mas uma lembrança?
Nas representações sumérias antigas, figuras rígidas e solenes aparecem com braços que simplesmente não parecem humanos.
Armas pesadas, simbólicas, quase mecânicas. A explicação oficial diz que é "estilo artístico". Mas e se fosse outra coisa?
A Suméria foi a primeira civilização conhecida. A primeira a escrever. A primeira a falar de deuses que desceram do céu. Os Anunnaki não eram espíritos etéreos... eram seres físicos que ensinavam tecnologia, astronomia e poder. ( Nada a ver com os Anunnaki, mineração de ouro e Nibiru! Zecharia Sitchin e a tradução errônea de textos sumérios .)
E se esse braço não fosse decorativo, mas sim a representação de um artefato?
Uma ferramenta?
Um selo de autoridade que abria "portões" entre mundos?
Milhares de anos depois, na cultura moderna, Hellboy surge com sua "Mão Direita da Perdição" — uma mão de pedra que abre portais cósmicos. Coincidência criativa? Ou um eco inconsciente de conhecimento ancestral que se infiltra repetidamente na arte?
Hollywood nunca inventa nada de novo. Recicla mitos. Codifica símbolos. Obscurece memórias.
Talvez essa mão não seja fruto da imaginação.
Talvez seja uma memória petrificada de algo que existia antes do Dilúvio.
Algo que os antigos não conseguiam descrever como tecnologia... e chamavam de divino.
A questão não é por que eles são semelhantes.
A questão é:
Quem quer que nos esqueçamos disso?
"A mão que não é por acaso"
“Claro, é pura coincidência que os sumérios esculpissem figuras com braços rígidos e simbólicos, que milhares de anos depois surja uma figura com uma mão de pedra capaz de abrir portais cósmicos, e que tudo isso seja simplesmente ‘estilo artístico’ e ‘criatividade moderna’, porque, como sabemos, a humanidade nunca mais reutiliza símbolos antigos ou esconde percepções profundas no entretenimento… Deve ser tudo coincidência, não é?”

