Classificado como secreto: o disco de prata giratório que mergulhou em direção à Terra em 13 de outubro de 1917.
Em 13 de outubro de 1917, 70.000 pessoas assistiram a um disco prateado giratório mergulhar em direção à Terra.
Não se trata de uma previsão do tempo. Não é histeria coletiva.
Três crianças pastoras em Fátima, Portugal, Lúcia dos Santos (10), Francisco Marto (9) e Jacinta Marto (7), previram durante meses que “a Senhora” realizaria um milagre público naquele dia.
Estima-se que entre 30.000 e 100.000 pessoas se reuniram na Cova da Iria sob chuva torrencial.
Então as nuvens se dissiparam.
Testemunhas descreveram um disco opaco e giratório que não se parecia em nada com o sol normal.
Girou, exibiu cores do arco-íris, fez ziguezagues e pareceu cair em direção ao chão, tão perto que muitos gritaram que iria se chocar e queimá-los.
Cientistas, engenheiros, repórteres e céticos estavam presentes. Alguns não viram nada. A maioria observou o mesmo comportamento solar impossível. Ninguém no resto do planeta relatou que o Sol de fato estivesse fazendo isso.
O movimento em ziguezague, como uma folha caindo. O disco que podia ser encarado sem causar dor. O súbito efeito térmico forte o suficiente para secar um campo inteiro de roupas molhadas. Esses detalhes se assemelham desconfortavelmente às descrições modernas de UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados) de naves holográficas ou semelhantes a plasma que manipulam luz, calor e percepção em larga escala.
Seria isso uma aparição divina... ou uma demonstração controlada do NHI (Instituto Nacional de Saúde) destinada a moldar sistemas de crenças em um momento crucial da história?
As crianças disseram que a Senhora se autodenominava Senhora do Rosário. Os 70.000 presentes viram algo completamente diferente.
Mais de um século depois, as filmagens não existem mais, mas os testemunhos consistentes de crentes e não crentes ainda permanecem.
