Superclassificado: A consciência deixa o corpo e os militares já sabiam disso décadas atrás.
A consciência deixa o corpo e os militares já sabiam disso há décadas.
Visão remota e experiências fora do corpo não são fenômenos separados.
São duas faces da mesma capacidade não local.
No início da década de 1970, na Sociedade Americana de Pesquisa Psíquica, Ingo Swann sentava-se conectado a monitores de EEG enquanto alvos eram colocados em uma prateleira alta acima de sua cabeça.
Ele não estava "imaginando". Ele estava projetando consciência, descrevendo objetos que fisicamente não podia ver. Essas sessões controladas ajudaram a cunhar o termo "visão remota".
Na mesma década, Robert Monroe mapeava estados deliberados de projeção astral em "Journeys Out of the Body" (1971). No final da década de 1970, as forças armadas dos EUA enviavam discretamente oficiais ao Instituto Monroe. Videntes remotos do Stargate, incluindo Joe McMoneagle, posteriormente treinaram com os métodos de Monroe.
A análise Gateway da CIA, de 1983, foi além. Ela tratou as técnicas Hemi-Sync de Monroe como um sistema prático para mover a consciência para fora do corpo físico, além dos limites normais do espaço e do tempo.
Se a consciência puder deixar o corpo e ainda assim coletar dados precisos, então a rígida fronteira entre "mente humana" e "presença não humana" deixa de existir.
Os programas funcionaram durante anos. Os documentos existem. As pessoas que vivenciaram a experiência continuam relatando a mesma coisa.
A única questão que resta é por que o discurso oficial ainda finge que essas duas capacidades não têm relação alguma.
