⛓️ 🤪O sistema educacional em consonância com 1984 e a elite Rockefeller (vídeos)
O sistema educacional em consonância com 1984 e a elite Rockefeller (vídeos)
John D. Rockefeller. Quem foi ele? Um empresário, filantropo e industrial. Acima de tudo, John D. Rockefeller foi o fundador da Standard Oil Company.
A primeira resposta fornecida pela visão geral da IA ao pesquisar no Google por "Por que John D. Rockefeller precisava de trabalhadores?" foi: "Para construir e operar seu vasto império industrial verticalmente integrado."
Isso foi seguido por fóruns e artigos sobre a influência de John D. Rockefeller na educação moderna.
Rockefeller era dono de 90% da indústria petrolífera. John D. Rockefeller controlava grande parte da indústria do petróleo, mas não tinha trabalhadores. Então, de onde ele conseguiria trabalhadores?
A obediência, portanto, precisava ser ensinada. Embora ele tenha possibilitado a educação gratuita por meio do financiamento do Conselho Geral de Educação, de que outra forma as pessoas participariam?
Consideramos o sistema educacional como um sistema que nos ensinou a obediência: sentar na cadeira, esperar o sinal e levantar a mão para pedir permissão.
Aprendemos isso no ensino fundamental. Nosso valor é medido por números, como se fôssemos escravos; somos julgados pela nossa memorização em matemática, ciências, inglês, etc.
A memorização é, sem dúvida, importante para profissões como médico ou advogado, mas não deveria ser o único critério de avaliação ou o fator determinante da nossa nota. Somos ensinados a pensar de determinada maneira.
Inspirado em "1984" e sua famosa frase: "Quem controla o passado controla o futuro. Quem controla o presente controla o passado."
Nesse caso, significa: "Quem controla o que pensamos controla nossa maneira de pensar até a nossa morte". Esse é essencialmente o objetivo de John D. Rockefeller: controlar o que aprendemos e pensamos, para que não nos reste nada além disso.
Nossas opiniões e modos de pensar não importam, porque, afinal, por que importariam? Nascemos apenas para trabalhar e consumir aquilo que nos ensinam a nos tornar obedientes. Qualquer ação que fuja do sistema ou questione a forma de pensar predominante é descartada como "loucura" ou "radical".
Como John D. Rockefeller desejava, na verdade, uma nação de trabalhadores, não de pensadores, o pensamento é proibido — censura. Isso comprova, pelo menos em parte, a razão pela qual há uma tentativa de aprovar o Projeto de Lei C-9. Embora o Projeto de Lei C-9 supostamente vise eliminar o discurso de ódio, o racismo e a difamação, ele ainda é censura.
Como podemos conhecer a extensão total do Projeto de Lei C-9? Não nos esqueçamos: John D. Rockefeller viabilizou a educação gratuita financiando o Conselho Geral de Educação, disfarçando assim sua intenção, na verdade maligna, de criar trabalhadores como uma boa intenção.
Nada que seja obviamente maligno seria aprovado, então a situação é suavizada para parecer boa.
Os alunos são inteligentes, mas acima de tudo, são sistemicamente inteligentes. São adaptáveis. Isso pode ser discutível, mas é verdade. A inteligência adquirida na escola não é o único tipo de inteligência que torna alguém valioso. No entanto, aprendemos apenas um tipo de inteligência; embora existam cerca de oito ou nove tipos diferentes.
A intelectualidade acadêmica moderna das escolas atuais, onde somos definidos por um número, é absolutamente degradante. Ser definido unicamente por um número é escravidão.
Em 1984, Winston era uma dessas figuras. Ele era um trabalhador preso por pensar contra o sistema — o que se encaixa perfeitamente com a Lei C-9 e o sistema educacional de John D. Rockefeller. Não consegui encontrar o nome dele, mas ele era um dos palestrantes do canal do YouTube "Motive Seekers".
E este homem tem uma citação bastante importante: "Ninguém jamais mudou o mundo fazendo o que o mundo mandou fazer."
Não se esqueça: John D. Rockefeller faz parte da família Rockefeller. E a família Rockefeller aparece nos arquivos de Epstein.
Os Rockefellers como arquitetos do sistema educacional moderno: "Essa operação psicológica é pior do que você pensa"
Spencer Taylor afirmou que trabalhou durante dez anos em um documentário no qual examina o papel da Fundação Rockefeller e da família Rockefeller na construção do sistema educacional moderno.
Taylor apresenta um panorama claro: os Rockefellers não eram meros benfeitores que apoiavam projetos educacionais, mas sim agentes ativos na formação do próprio sistema. Ele cita instituições como a Fundação Rockefeller e o Conselho Geral de Educação, que investiram pesadamente no sistema educacional dos Estados Unidos no início do século XX.
A educação como ferramenta da sociedade industrial
Taylor argumenta que essa "filantropia" não era de forma alguma neutra. Pelo contrário, visava criar um sistema educacional que atendesse às necessidades de uma economia em processo de industrialização.
Assim, as escolas têm se tornado cada vez mais instrumentos para produzir uma população ativa estável, eficiente e previsível.
Lavagem cerebral por meio da padronização?
Taylor situa a origem do sistema educacional atual no modelo industrial, que por sua vez se baseia fortemente no sistema prussiano do século XIX.
Funcionalidades como:
- padronização
- currículos rígidos
- aulas baseadas na idade
- testes padronizados
- estruturas centralizadas
Em sua visão, esses resultados não eram acidentais, mas sim a expressão de um sistema voltado para a uniformidade, a disciplina e a escalabilidade.
Taylor relaciona explicitamente esse desenvolvimento à influência de elites econômicas como os Rockefeller, que ajudaram a institucionalizar permanentemente esse modelo.
Do livre pensamento à conformidade social
Dessa perspectiva, a educação deixou de ser um espaço para o desenvolvimento individual e passou a ser um sistema que prepara especificamente os alunos para seu papel futuro em uma sociedade hierárquica.
Taylor argumenta que os testes padronizados e os percursos de aprendizagem predeterminados são concebidos de forma a nivelar os talentos, sufocar a independência e restringir a criatividade.
Influência até os dias de hoje?
Em conversa com o apresentador do podcast Julian Dorey (“A operação psicológica dos Rockefellers nas escolas é pior do que você pensa”), Taylor vai ainda mais longe.
Ele afirma que a influência dos Rockefellers não é de forma alguma coisa do passado. Pelo contrário, redes, fundações e estruturas de financiamento associadas a eles ainda estão ativas no setor educacional hoje em dia – por exemplo, por meio de programas de financiamento ou influência indireta sobre as autoridades escolares locais.
A escola como sistema formativo
Em última análise, Taylor descreve o sistema educacional não como um instrumento neutro para transmitir conhecimento, mas como um mecanismo para moldar comportamentos, normas e expectativas.
Em sua visão, a escola serve não apenas para o aprendizado, mas também para promover a conformidade e para encaixar as pessoas nas estruturas sociais existentes.
Consequências para a saúde mental dos jovens
Taylor também estabelece uma ligação entre o sistema escolar e a saúde mental dos jovens.
Ele afirma que os seguintes fatores podem contribuir para o estresse, a ansiedade e a depressão:
- Pressão de desempenho
- comparação constante com os outros
- falta de autonomia
- metas de sucesso padronizadas
- falta de liberdade individual
Demanda por alternativas
Taylor defende implicitamente outras formas de educação, incluindo:
- Educação domiciliar
- aprendizagem autodirigida
- modelos orientados para a prática
- percursos de aprendizagem mais individualizados
Na opinião dele, essas abordagens seriam mais adequadas para diferentes talentos, necessidades e personalidades.
Conclusão
Taylor apresenta um retrato extremamente crítico do sistema escolar moderno. Sua tese central é que o sistema educacional atual não surgiu por acaso, mas foi deliberadamente moldado como uma ferramenta de controle econômico e social.
Independentemente de concordarmos ou não com essa visão, ela toca numa questão fundamental do nosso tempo: a escola serve principalmente ao desenvolvimento do indivíduo ou à adaptação a um sistema já existente?
