REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA GLOBAL — QFS, RV, MOEDA LASTREADA EM ATIVOS E TARIFAS
REESTRUTURAÇÃO FINANCEIRA GLOBAL — QFS, RV, MOEDA LASTREADA EM ATIVOS E TARIFAS
REPORTAGEM ESPECIAL: Especialistas analisam a Reestruturação Financeira Global, a soberania, o QFS, o RV, a moeda lastreada em ativos, as tarifas, a abundância de energia e a transição proposta para um novo sistema financeiro.
O cenário econômico global está passando pelo que muitos observadores descrevem como uma profunda transformação. Em um debate recente, John Michael Chambers (JMC), Will Barney, Capitão Rob Cunningham e Dr. Scott Young examinaram como a política econômica, a tecnologia e a soberania nacional podem convergir para desafiar o atual sistema financeiro fiduciário.
Um argumento central é que uma moeda sólida requer soberania nacional. O painel acredita que restaurar o governo constitucional, garantir eleições seguras e reduzir a influência financeira privada são fundamentos necessários para um sistema monetário transparente e soberano.
A energia é outro elemento importante. Os palestrantes argumentam que o petróleo há muito tempo está atrelado ao petrodólar e ao controle financeiro global, particularmente por meio da OPEP e dos interesses bancários internacionais. A mudança proposta desvincularia a energia da política monetária e buscaria a abundância energética por meio da expansão da produção e de tecnologias avançadas. Argumenta-se que a redução dos custos de energia fortaleceria o poder de compra e enfraqueceria o sistema baseado em dívida.
A discussão também aponta para um ressurgimento da indústria manufatureira americana, impulsionado por tarifas e pelo que Will Barney chama de “Doutrina Don-Row”. Em vez de depender principalmente da criação de moeda pelo Federal Reserve, a estratégia atrairia investimentos globais para fábricas, infraestrutura e tecnologia americanas.
A visão de longo prazo inclui a possibilidade de substituir ou reduzir o imposto de renda pessoal por meio de tarifas, transferindo mais ônus da mão de obra americana para o acesso ao mercado dos EUA.
No centro da transformação proposta está o Sistema Financeiro Quântico (SFQ). Diferentemente de uma Moeda Digital do Banco Central (MDBC), o painel descreve o SFQ como um sistema baseado em garantias verificáveis, com moeda atrelada a ativos tangíveis como ouro, prata, terras e recursos naturais.
Um Fundo Soberano proposto utilizaria recursos federais, incluindo petróleo, minerais e terras, para criar uma base de ativos nacional que sustentasse a moeda e beneficiasse os cidadãos americanos.
A discussão também aborda o NESARA/GESARA e a Reavaliação Monetária (RV). Juan O Savin questiona as alegações de que cidadãos possuem contas secretas multimilionárias em nome de terceiros, vinculadas a certidões de nascimento. Em vez disso, o painel sugere que a possível repatriação de riqueza poderia envolver restituição de impostos ou reestruturação de dívidas, provavelmente por meio de liberações controladas, em vez de pagamentos maciços em dinheiro.
O caminho para 2027 é descrito como uma transição gradual, e não uma reinicialização repentina. Juan O Savin compara-o a um furacão que se intensifica, passando de uma "Categoria 3" para uma "Categoria 7" à medida que as mudanças políticas, financeiras e institucionais se aceleram.
A discussão também levanta a possibilidade de um evento do Sistema de Transmissão de Emergência (EBS), descrito como um mecanismo potencial para contornar a mídia tradicional durante os estágios finais da transição.
Em última análise, a Reinicialização Financeira Global proposta é apresentada como algo mais do que uma simples mudança de moeda. A “Era de Ouro” idealizada centra-se na soberania nacional, em moeda lastreada em ativos, na abundância de energia, na indústria manufatureira americana, em tarifas alfandegárias, na riqueza soberana e na redução da dependência da dívida – remodelando fundamentalmente a relação entre cidadãos, governo e dinheiro.
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