Não é algo sobre o qual se pensa – é algo a que se recorda.
Não é algo sobre o qual se pensa – é algo a que se recorda.
Aquela transformação sagrada que ocorre quando você para de se identificar com tudo o que sua mente produz e começa a perceber a consciência que está por trás de tudo.
A consciência é aquela parte de você que pode observar um pensamento sem se tornar esse pensamento.
Sentir uma emoção sem ser consumido por ela.
Reconhecer um padrão sem repeti-lo automaticamente.
O ego diz:
"Eu sou isso."
A consciência pergunta suavemente:
"É isso mesmo?"
Porque você não é cada pensamento que entra em sua mente.
Você não é cada emoção que percorre seu corpo.
Você não é seu passado, suas condicionamentos, seus papéis, suas feridas ou as identidades que você criou para sobreviver.
Você é a consciência, capaz de testemunhar tudo isso.
E essa diferença muda tudo.
Quando você se torna consciente, cria espaço entre o estímulo e a reação.
Você pode pausar.
Observar.
Escolher.
O ego exige uma reação imediata.
A consciência cria uma resposta consciente.
Não exige que você suprima as emoções.
Ela ensina você a experimentar as emoções sem se entregar a elas ou perder o seu caminho.
É aqui que começa a verdadeira liberdade.
Não quando a vida se torna previsível,
mas quando você está tão ancorado no momento presente que pode enfrentar tudo o que a vida lhe traz sem se perder.
Quanto mais profundamente você se encontra, menos você se importa em exibir uma identidade.
Você para de perguntar:
"Como eu afeto os outros?"
e começa a perguntar:
"Estou agindo de forma autêntica?"
Você para de viver para a aprovação dos outros...
e começa a viver a partir da sua própria harmonia interior.
A consciência não significa se tornar alguém novo.
Significa remover o ruído que o impedia de reconhecer quem sempre esteve lá.
A alma não precisa de mais uma identidade.
Ela precisa de espaço para ser ouvida.
E no momento em que você se torna silencioso o suficiente para ouvir,
você começa a se lembrar.
Qual parte da sua vida mudaria se você parasse de se identificar com cada pensamento e emoção e, em vez disso, simplesmente aprendesse a observá-los?