126 - HISTÓRIA DA HUMANIDADE (O Poder da Feminilidade)
126 - HISTÓRIA DA HUMANIDADE (O Poder da Feminilidade)
Dando continuidade à minha mensagem anterior, hoje falaremos sobre feminilidade e onde reside o seu poder.
Costuma-se dizer que "a força de uma mulher reside na sua fraqueza", mas isso é apenas parcialmente verdade.
A verdade é que, para haver harmonia completa na relação entre um homem e uma mulher, é realmente necessário combinar dois opostos que se complementam.
A força do homem e a fragilidade da mulher representam a combinação ideal que permite a criação de uma família modelo, onde as crianças são imbuídas de energias puramente masculinas e puramente femininas desde o nascimento, o que posteriormente as ajuda a construir relacionamentos harmoniosos com o sexo oposto.
Mas voltemos ao que o conceito de feminilidade abrange do ponto de vista divino.
Em primeiro lugar, é a capacidade de amar incondicionalmente a si mesmo e a todos ao seu redor.
Por que isso é tão importante?
Na verdade, o amor-próprio é o fator chave que leva não apenas ao autorrespeito, mas também à autossuficiência.
Sem isso, tudo o mais perde o sentido, porque, caso contrário, a mulher se dissolve completamente no homem, perdendo sua individualidade e, consequentemente, deixando de ser interessante para ele.
Além disso, sem amor próprio, ela não terá nada para compartilhar com os outros, pois já será um substituto para o amor: cuidado, afeto, controle, vivendo em função dos interesses do marido e dos filhos.
Em outras palavras, ela, como pessoa, se dissolverá nos outros, o que significa que esses outros não a tratarão com amor e respeito, percebendo-a como sua “sombra” – uma parte integrante de suas vidas.
Outro fator que determina a força da feminilidade é sua sabedoria e intuição naturais, ou seja, a capacidade de sentir e ver o que não está na superfície.
São precisamente essas habilidades inerentes à mulher que explicam sua profunda conexão íntima com o marido e os filhos, quando ela percebe à distância o que lhes acontece: se estão em perigo, em que estado de espírito se encontram.
Tudo isso é um eco daqueles tempos antigos em que as pessoas se comunicavam telepaticamente e conseguiam ver o que acontecia no plano sutil.
E isso é mais típico daquelas que conseguiram preservar sua feminilidade, apesar de todos os artifícios da sociedade moderna para reduzi-la a nada.
E a terceira característica distintiva da feminilidade é o charme e a sexualidade naturais.
Essas são qualidades que não podem ser desenvolvidas em si mesmo por meio de artifícios artificiais.
Ou existem ou não existem. Não há uma terceira opção.
E os homens sempre reconhecem inequivocamente uma mulher assim, mesmo que ela não seja uma beleza estonteante.
A beleza interior não tem preço e é sempre percebida intuitivamente pelos outros.
O mesmo se aplica à verdadeira sexualidade, que nunca é ostentosa, vulgar ou provocativa.
Isso provém da verdadeira natureza da mulher, e seu significado e poder sagrados residem em atrair os melhores homens para gerar filhos saudáveis e belos.
É aqui que vamos parar por hoje.
O Pai Absoluto, que te ama imensamente, falou contigo.
