Cientistas trazidos de volta à vida com IA pela primeira vez
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Cientistas "ressuscitaram os mortos" com inteligência artificial pela primeira vez. Isso pode mudar o mundo para sempre.
O que antes era considerado enredo de filme de ficção científica está começando a se tornar realidade.
Pela primeira vez, cientistas estudaram uma tecnologia que permite criar uma cópia digital de uma pessoa falecida usando inteligência artificial. A IA foi treinada com mensagens pessoais, diários, fotografias, gravações de voz e publicações em redes sociais para recriar a maneira de falar, a personalidade e as características únicas da pessoa com a maior precisão possível.
Os resultados foram inesperados.
A maioria dos participantes que perderam entes queridos afirmou que conversar com a cópia digital lhes trouxe conforto e os ajudou a lidar com o luto. Muitos até disseram que optariam por usar a tecnologia novamente.
Mas é aqui que as coisas começam a ficar realmente perturbadoras.
Pesquisadores alertam que essa tecnologia pode criar uma forte dependência emocional. As pessoas podem começar a preferir conversas com cópias virtuais em vez de relacionamentos humanos reais, e os riscos podem ser especialmente graves para crianças e pessoas que estejam passando por um luto profundo.
É por isso que os cientistas já estão pedindo regulamentações rigorosas sobre o uso desses sistemas de IA.
Empresas em todo o mundo estão começando a lançar serviços capazes de restaurar a voz, o rosto e o estilo de comunicação de uma pessoa após a morte. O que parecia impossível até ontem está se tornando gradualmente uma indústria completamente nova.
Mas isso levanta uma questão que, até recentemente, parecia pura ficção científica.
E se este for apenas o primeiro passo rumo à imortalidade digital?
E se um dia a inteligência artificial se tornar tão avançada que uma versão digital de uma pessoa possa continuar a "viver" depois que seu dono tiver morrido?
Alguns pesquisadores já discutem a ideia de preservar a identidade de uma pessoa em formato digital, embora a ciência moderna ainda esteja longe de realmente transferir a consciência humana.
Podemos estar no início de uma era em que a linha divisória entre vida, memória e realidade digital se torna cada vez mais tênue.
Será este o início da imortalidade digital… ou um erro que a humanidade um dia lamentará?
