Arqueologia proibida: 🛸astronomia… ou instruções de voo no mapa sumério?
O chamado mapa sumério foi interpretado por alguns pesquisadores alternativos como algo mais do que uma simples representação astronômica.
Suas marcações parecem descrever posições celestes, direções e pontos de referência que podem ter sido usados para medir o tempo com base nos movimentos das estrelas.
Curiosamente, o chamado "foguete de Istambul" retrata uma figura reclinada em uma estrutura que lembra uma cápsula ou um veículo.
Para a arqueologia convencional, trata-se de um objeto simbólico, mas para outros pode ser a representação de um viajante seguindo as rotas traçadas no céu.
Se ambos os objetos estiverem relacionados, um poderia conter as coordenadas e o outro a memória da viagem.
O mapa codificaria o tempo através de ciclos astronômicos; a figura preservaria a memória daqueles que supostamente percorreram esses caminhos celestes.
Talvez eles não estivessem observando as estrelas para aprender sobre o futuro. Talvez estivessem estudando-as para retornar a lugares que já conheciam.
Fundo:
A tabuleta redonda de pedra fundida foi recuperada no final do século XIX da biblioteca subterrânea do rei Assurbanípal em Nínive, no Iraque, e data de 650 a.C.
Durante muito tempo considerada uma tabuleta assíria, análises computacionais compararam-na com o céu da Mesopotâmia em 3300 a.C. e comprovaram que ela tem uma origem suméria muito mais antiga.
A tabuleta é um "astrolábio", o instrumento astronômico mais antigo conhecido. Consiste em uma constelação segmentada em forma de disco com marcações de ângulos gravadas ao redor da borda.

